Em algum momento de sua vida, você despertou como de um sonho, ou melhor, como de um pesadelo? Ou como se algo te trouxesse de volta à vida, e você se pergunta: Ei, o que eu estou fazendo comigo?Algumas vezes eu senti essa vontade de jogar tudo pro alto, de colocar um ponto final, de arriscar em qualquer coisa que seja totalmente diferente daquilo que vivo (me senti Glória Gaynor cantando "I will survive", ok), mas é algo estranho e ao mesmo tempo apaziguador. Dessa vez é diferente.
Não é falta de paciência, não é desespero, é algo semelhante ao amor-próprio borbulhando por dentro, mas é, de fato, uma certa urgência. É o querer, pra hoje, o que não pode esperar acontecer amanhã, porque até lá os planos podem mudar. É o não precisar decidir, abrir mão, pois a única opção de escolha é o MELHOR.