"A inveja incomoda, está entre nós e, além de causar desconforto ao invejado, a inveja consome o invejoso. A inveja corrói os invejosos.
A incômoda sensação de injustiça persegue o invejoso;acha que o mundo conspira contra ele, que não é reconhecido, quando, na verdade, deveria se esforçar mais, dedicar-se mais para alcançar o topo, em vez de ficar se maldizendo, perdido no inferno de Leviatã, o demônio da inveja.
”Não me inveje,trabalhe” diz a sabedoria popular. Quem chega “lá”, chegou depois de muitas horas dedicadas ao seu objetivo, depois de muito suor derramado e noites insones. Passando privações, ás vezes. Sucesso só vem antes de trabalho,no dicionário. Inspiração requer muita transpiração.
Dos sete pecados capitais a inveja é imbatível. É a mais antiga cicatriz da personalidade humana. É a rainha das más paixões. Elabora a mentira, a traição, a falsidade, a emboscada, a calúnia, a extorsão, a covardia, a injúria e a difamação.
Descartes fala daqueles que sofrem com o bem que o destino reserva aos outros. Kant define a inveja como a tendência a ver com sofrimento o bem dos outros.
O invejoso inveja o ter e o ser. Inveja até o que ele pensa que o invejado tem.
O invejoso pertence a uma espécie moral raquítica, mesquinha, digna de compaixão ou de desprezo. Sem coragem para ser assassino, conforma-se em ser vil, rebaixando os outros por não acreditar na própria elevação.
O invejoso julga estar caminhando para o calvário, quando vê os outros escalando os píncaros. Todo píncaro é invejado. Invejar é, assim, uma forma berrante de prestar homenagem à superioridade alheia. O invejoso é incapaz de suspeitar quantos espinhos são semeados no caminho da glória de alguém.
O invejoso não reconhece o fogo dos astros, porque nunca teve, em si, uma única chispa, uma única faísca. Mas o tempo é o coveiro equânime de toda a sua maledicência. O invejoso é a única vítima do seu próprio veneno. Toda maldade vinda desse infeliz é bala que ricocheteia, sendo o atirador o seu próprio alvo."
A incômoda sensação de injustiça persegue o invejoso;acha que o mundo conspira contra ele, que não é reconhecido, quando, na verdade, deveria se esforçar mais, dedicar-se mais para alcançar o topo, em vez de ficar se maldizendo, perdido no inferno de Leviatã, o demônio da inveja.
”Não me inveje,trabalhe” diz a sabedoria popular. Quem chega “lá”, chegou depois de muitas horas dedicadas ao seu objetivo, depois de muito suor derramado e noites insones. Passando privações, ás vezes. Sucesso só vem antes de trabalho,no dicionário. Inspiração requer muita transpiração.
Dos sete pecados capitais a inveja é imbatível. É a mais antiga cicatriz da personalidade humana. É a rainha das más paixões. Elabora a mentira, a traição, a falsidade, a emboscada, a calúnia, a extorsão, a covardia, a injúria e a difamação.
Descartes fala daqueles que sofrem com o bem que o destino reserva aos outros. Kant define a inveja como a tendência a ver com sofrimento o bem dos outros.
O invejoso inveja o ter e o ser. Inveja até o que ele pensa que o invejado tem.
O invejoso pertence a uma espécie moral raquítica, mesquinha, digna de compaixão ou de desprezo. Sem coragem para ser assassino, conforma-se em ser vil, rebaixando os outros por não acreditar na própria elevação.
O invejoso julga estar caminhando para o calvário, quando vê os outros escalando os píncaros. Todo píncaro é invejado. Invejar é, assim, uma forma berrante de prestar homenagem à superioridade alheia. O invejoso é incapaz de suspeitar quantos espinhos são semeados no caminho da glória de alguém.
O invejoso não reconhece o fogo dos astros, porque nunca teve, em si, uma única chispa, uma única faísca. Mas o tempo é o coveiro equânime de toda a sua maledicência. O invejoso é a única vítima do seu próprio veneno. Toda maldade vinda desse infeliz é bala que ricocheteia, sendo o atirador o seu próprio alvo."
