domingo, 4 de maio de 2014

Dos rascunhos do blog



Sinceramente, eu não sei dizer o que mais me move nessa vida, se são meus medos ou se são meus sonhos. Eu sei que esse assunto é tão íntimo e pessoal, mas o blog acabou mesmo virando uma espécie de diário, que me senti à vontade pra escrever sobre tal. Não quero pagar de boazinha ou da "pobre garota sofrida". Viver causa muita dor, muita ferida, o que diferem as pessoas, umas das outras, é o modo de cura que cada uma encontra.
Porém, com toda essa modernidade e tecnologia, descobri e mexi em feridas que eu pensava ter superado. Em medos que eu tinha convicção de que o meu período "revoltz" tinha sido reflexo do meu estado "espertinha". Mas só então percebi que o meu "modo de cura" foi, este tempo todo, uma escolha errada, apenas um sedativo, não um antídoto. Que as perdas foram uma espécie de "efeito colateral" e que só porque não sangra mais, não quer dizer que a ferida cicatrizou.