De todas as postagens, talvez essa tenha mais sentimento, ou pelo menos tem um significado maior pra mim. Uns vão pensar que é desespero. Pois que seja desespero essa minha vontade de só querer pessoas verdadeiras ao meu lado, nessa escassez de sentimentos sinceros e defeitos reais.
Alguns tentarão me mostrar um caminho certo, falarão sobre amor próprio e desapego. Dirão que as coisas acontecem quando não estamos de braços cruzados, esperando que elas aconteçam.
Mas felizmente eu sou essa pessoa de braços abertos, esperando sempre que as coisas boas repousem sobre eles.
Várias vezes falaram dos meus sentimentos loucos, meus arroubos de paixão, minha vontade, com pressa, de companhia. Quiseram aconselhar, sem antes me perguntar se eu achava que estava insegura ou errada.
Mas eu não mudo, não. Meu coração dá-se aos poucos, se despedaça um tanto, mas guarda o melhor de si, para se fazer inteiro na busca seguinte.
Incansavelmente me perco e me acho, pra me perder de novo no outro. Arrisco. Choro. Penso que sou a pessoa mais feliz, às vezes tenho certeza que mais infeliz não há. Tenho dias quietinhos. Tenho tempestades dentro de mim. Sou gente de dentro pra fora, e que coloca um sorriso no rosto porque sabe que a felicidade é vaidosa e positiva.
Dessa busca, compensará dizer: Meu coração é essa coisa pulsante, quando você está perto, inquieto querendo lhe dizer: Sou seu!
