quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Me passa a manteiga, o leite e o amor, por favor!

Segundo o dicionário, a definição de amor é a seguinte: " Sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou .atração; grande afeição ou afinidade forte por outra pessoa."
A definição errônea sobre o amor, tem me incomodado bastante.
Falar de amor, hoje em dia, parece falta de assunto, justificativa para os erros cometidos e até como final de frase.
Acredito que não é medido em escala de tempo, e sim, resultado da equação: DEFEITOS + QUALIDADES + MOMENTOS x DIAS / 2 = AMOR.
E não estou falando apenas de homem e mulher.
Certo dia, uma colega de curso me falou: "Eu sou sua amiga: se alguém falar mal de você, lhe defendo. Te amo muito." (Geeeente, desde quando defender outra pessoa é prova de amizade, ou de amor?No mínimo, isso é ser justo!) Na primeira oportunidade, ela só faltou me bater, me fez perder trabalho, aula, curso e, claro, a paciência e minha admiração.
Essa coisa de amar o outro dentro da faculdade, me foge um pouco da realidade. Não que não possa existir, mas é como meu irmão diz: "Na faculdade você não tem amigos, tem concorrentes!"
E a cada trabalho eu tenho colocado à prova as palavras dele.
Maaaaaaaaaaasssssss...falando agora na relação homem-mulher, "amar" parece a jogada certa do momento. Nunca foi tão fácil e tão sem culpa dizer para o outro: "Eu amo você"!
São poucas as pessoas para quem eu digo que amo, e penso, repenso e trepenso antes de falar.
Eu não sei, aprendi a desconfiar das pessoas e de suas palavras(atitudes sempre contam mais), não me sinto a vontade com alguém que não sabe minha música preferida e já diz que me ama. Também não tenho mais vontade de correr atrás da prova do sentimento alheio, sabe?! Cansei. Deixo cada um ser livre pra me procurar quando achar necessário, mas não espere me encontrar no mesmo lugar, quando resolver voltar.
E tem mais: Dizer que ama, até ursinho de 1,99 diz. Quero ver provar!

Beijos (e doa a quem doer)!!!


.